- o que foi? tá estranho comigo por que estou mais carente que o normal?
- é, amor. você não tá me dando, meio que, espaço.
- como assim? em que sentido?
- esses últimos dias temos ficado muito junto. não sei.
- hm.
- mas não fica tristinha comigo não, tá bom?
- ah, tah.. tá bom.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
me tirou do ar.
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Flávia Campos
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Marcadores: 26.12.10, Sentimentalismo
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
seu amor, seu lugar
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Flávia Campos
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20:32
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
minha poesia.
Sabe, na última vez em que nos vimos, você tinha razão quanto a maneira como me sinto...
Arqueado sobre metas infundíbulas
velado o sorriso,
não sou, nem fui deste lugar...
Esta mascara inconvem
neste baile a fantasia
sou palhaço, pierrot...
Turvo é meu intimo
este que já nem sei se brilha
ou se brilhou...
Por fim, me deixo ir
levo na bolsa os sonhos de criança
um verde de esperaça
e não muito mais que agonias...
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Flávia Campos
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21:47
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
desabafo.
A gente tenta, conversa, ajuda em conclusões, opções e até mostra, teoricamente, a realidade.
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Flávia Campos
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Marcadores: Amizade
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
como um adeus.
Mas, esse ano, esse último ano, esse marcou. Foi o de emoções, de risadas e, ás vezes, intrigas inteiramente sentidas. Pingo por pingo.
Saber que todos aqueles já não estariam presentes no próximo ano e que, a cada segundo passado, a cada feriado e fim de semana esperado, o adeus estava ainda mais próximo. Os rostos, as perguntas, as vozes, as piadas, as confusões, tudo -exatamente tudo- já não seria mais o que foi. É o fim. O fim de uma etapa que ninguém sabe dizer ao certo o quanto vai perdurar.
Sentimentos foram construídos puramente por sentir e gostar daquele sentir. As lições ensinadas não foram exclusivamente disciplinares, foram muito mais que isso. Saber conhecer, reconhecer, compreender e aceitar não é algo simples como dizer. É possível percerber surpresas imagináveis, assim como os derretimentos emocionais.
Como sempre, nos últimos instantes, as verdades bateram à porta e, em meios de sorrisos e palavras, as lágrimas também foram inevitáveis.
Todos os anos juntos e, por um ponto indeciso além da certeza do fim daquelas manhãs, as brincadeiras, descrições e gargalhadas deste dia serviram como o adeus.
São muito além de colegas. São, em seu inteiro, inesquecíveis. Foi ótimo poder dividir as manhãs e, pra sempre, serão pra sempre.
- O dia de hoje foi como um adeus. Sei que muitos não continuarão presentes na minha vida e que, em alguns casos, daqui um tempo, nem um oi iremos dizer pela rua. Mas sentirei falta e saudade de todo o tempo que passamos juntos. Agradeço muito, muito, muito em ter conhecido cada um, incluindo os professores que, por sua vez, foram mega esforçados em nos ensinarem, além de professores, foram amigos e isso também marcou.
Foi maravilhosamente encantador. -
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Flávia Campos
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22:08
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Marcadores: Rotina Escolar



